Quem nunca sonhou com a ideia de ter uma jornada de trabalho com apenas quatro dias por semana? Parece utópico, mas essa realidade está se aproximando do Brasil.
A jornada de trabalho de 4 dias eleva a produtividade das empresas e traz outros benefícios
Entenda as inovações que estão sendo consideradas para implementar essa mudança revolucionária no país e os impactos positivos que ela pode trazer para os trabalhadores e para o mundo dos negócios.
A revolução da jornada de trabalho de 4 dias no mundo
No cenário global, pesquisadores têm feito descobertas notáveis sobre a viabilidade da jornada de trabalho de quatro dias. No Brasil, um projeto pioneiro já começou a apresentar resultados promissores. Curiosamente, essa iniciativa não tem sido amplamente adotada pelas empresas, deixando muitos funcionários desapontados.
Uma das empresas que está liderando essa revolução no Brasil é a “Reconnect Happiness at Work”. Quando lançou seu serviço no país, surpreendentemente, mais de 400 empresas se inscreveram no programa em apenas 48 horas.
Assim, essa inscrição permite que os funcionários participem de uma pesquisa de satisfação, pois acredita-se que essa mudança deve ser benéfica tanto para os trabalhadores quanto para os negócios e seus gestores. Contudo, os resultados dessa pesquisa serão conhecidos após seis meses de levantamento, que começou em setembro com as empresas cadastradas.
Um mundo que abraça a nova jornada de trabalho de 4 dias
Internacionalmente, milhares de empresas já estão adotando o novo modelo de jornada de trabalho de quatro dias. Após a transição, mais da metade dos trabalhadores que fazem parte desse modelo relataram um aumento significativo em sua produtividade, e surpreendentemente, 78% afirmam sentir menos estresse e viver uma vida mais feliz.
Quais países já estão adotando a nova jornada de trabalho?
Países como Inglaterra, Emirados Árabes, Portugal, Bélgica, Suécia e Espanha já se adaptaram à nova forma de organizar suas agendas profissionais. Em suma, em pesquisas realizadas com funcionários que participaram desse teste nesses países, 54% afirmaram que agora acham mais difícil abandonar seus empregos atuais.



