Acredite, uma simples moeda de 10 centavos pode ser vendida por R$ 150 neste ano de 2025. Ao menos é o que dizem os catálogos numismáticos mais atualizados sobre os valores projetados para esse pequeno exemplar.
As moedas de 10 centavos da segunda família do Plano Real podem ser encontradas por qualquer pessoa a qualquer momento. Isso acontece porque estamos falando de um exemplar valioso que ainda está em circulação, e que segue no nosso comércio.
Para que a moeda de 10 centavos seja vendida por até R$ 150, é preciso que ela conte com algumas características específicas. A boa notícia é que você não precisa ser necessariamente um especialista na área para identificar esse tipo de exemplar.
As moedas de 10 centavos
As moedas de 10 centavos da segunda família do Plano Real começaram a ser fabricadas e postas em circulação no ano de 1998, e seguem sendo produzidas pela Casa da Moeda até hoje.
Para ajudar nesse processo de identificação, listamos abaixo um grupo com as principais características das moedas de 10 centavos da segunda família do Plano Real, tomando como base as informações previamente disponibilizadas pelo Banco Central (BC):
- Material: bronze sobre aço
- Diâmetro: 20,0 mm
- Massa: 4,80 g
- Espessura: 2,23 mm
- Bordo: serrilhado
- Eixo: reverso moeda (EH) ?
- Circulação: de 01/07/1998 a atual
- Desenho do Anverso: Efígie de D. Pedro I – proclamador da Independência, primeiro imperador do Brasil -, ladeada pelo dístico Brasil e por cena alusiva à proclamação da independência política do País, ocorrida em 7 de setembro de 1822, em São Paulo, às margens do ribeirão Ipiranga.
- Desenho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.
Dom Pedro I
Uma das principais curiosidades sobre a moeda de 10 centavos da segunda família do Plano Real é que ela conta com a representação de uma das figuras mais conhecidas da história do Brasil: Dom Pedro I. Ele foi um dos principais condutores do país no processo de Independência da Coroa Portuguesa.
De acordo com historiadores, Dom Pedro I foi muito criticado pelo seu autoritarismo, o que motivou o seu divórcio com as elites brasileiras. No meio da crise, ele renunciou ao trono em 1831 e voltou a Portugal.




