Uma simples moeda de 25 centavos pode esconder um detalhe que vale ouro. Fabricada em 1999, uma tiragem específica desse modelo apresenta um erro de cunhagem conhecido como reverso invertido, e é justamente essa falha que faz seu valor disparar entre colecionadores.
Esse defeito faz com que algumas unidades sejam consideradas raríssimas. Dependendo do estado de conservação, o valor de mercado pode ultrapassar os R$ 100 em sites especializados.
E o melhor: como não há nenhuma marca visível além do giro invertido, muita gente sequer percebe que tem uma dessas moedas em casa. Assim, se você souber como identificar o exemplar, naturalmente terá muito mais chances de encontrar o item
A moeda de 25 centavos
A moeda de 25 centavos da segunda família do Plano Real começou a ser fabricada e posta em circulação ainda no ano de 1998, e segue no nosso comércio até hoje.
Para ajudar no processo de busca por essa peça, vamos listar abaixo um grupo com as principais características do exemplar, tomando como base as informações previamente disponibilizadas pelo Banco Central (BC):
- Material: bronze sobre aço
- Diâmetro: 25,0 mm
- Massa: 7,55 g
- Espessura: 2,25 mm
- Bordo: serrilhado
- Eixo: reverso moeda (EH) ?
- Circulação: de 01/07/1998 a atual
- Desenho do Anverso: Efígie de Manuel Deodoro da Fonseca (1827-1892), – proclamador da República e primeiro presidente constitucional do Brasil republicano -, ladeada pelas Armas Nacionais e pelo dístico Brasil.
- Desenho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.
Manuel Deodoro da Fonseca
Como visto na lista acima, a peça de 25 centavos conta com a representação do busto de Manuel Deodoro da Fonseca. Ele teve uma vasta carreira no mundo militar, mas ficou conhecido mesmo por ter sido o primeiro presidente da história do Brasil.
Neste sentido, cabe destacar que ele teve um papel muito importante no golpe militar que acabou com a monarquia no país, e que impôs a república, forma de governo que é seguida pelo país até hoje. Deodoro da Fonseca morreu no dia 23 de agosto de 1892, na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país.




