A pirataria de conteúdos audiovisuais tem se tornado uma preocupação crescente no Brasil, levando a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) a se unirem em uma iniciativa conjunta.
Anatel e Ancine unem forças para combater á pirataria
Com a atenção dos consumidores voltada para o tema, essa parceria visa fortalecer a colaboração, fiscalização e estudos regulatórios, visando reduzir a criminalidade e incentivar o uso de serviços legais.
Ações de combate à pirataria de conteúdos audiovisuais
Nos últimos anos, a Anatel apreendeu mais de 6 milhões de aparelhos não homologados, sendo 1,5 milhão deles TV Box. Além disso, em fevereiro, foram bloqueadas 5 milhões de transmissões sem permissão.
Diante desses números alarmantes, a Anatel e a Ancine firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para intensificar a luta contra a pirataria e implementar ações concretas.
Monitoramento da TV por assinatura
Além de combater a pirataria de conteúdos audiovisuais, a parceria entre a Anatel e a Ancine tem como objetivo monitorar a área da TV por assinatura.
Dessa maneira, essa medida busca garantir que as transmissões e serviços contratados estejam em conformidade com as regulamentações vigentes. Assim, assegurando a qualidade e a legalidade dos serviços prestados.
Montagem de laboratório para bloqueio de transmissões ilegais ao vivo
Uma das próximas ações planejadas é a criação de um laboratório especializado para bloquear transmissões ilegais ao vivo. Embora seja reconhecido que não é possível eliminar totalmente o problema da pirataria, a Anatel está empenhada em reduzir a criminalidade nessa área e em proteger os direitos dos detentores legais dos conteúdos audiovisuais.

Incentivo ao uso de serviços legais e aparelhos legalizados
A orientação principal é que os consumidores façam uso apenas de aparelhos legalizados, evitando assim o apoio à pirataria. Para aqueles que têm dúvidas sobre quais serviços são permitidos, é recomendado optar por marcas conhecidas e confiáveis. Tais como Xiaomi, Apple, Google e Amazon, que oferecem dispositivos devidamente legalizados e compatíveis com os requisitos regulatórios.


