O programa Desenrola Brasil, que oferece renegociação de dívidas com descontos concedidos pelo Governo Federal, teve seu prazo prorrogado até 20 de maio. Inicialmente programado para encerrar neste domingo (31), o prazo foi prorrogado.
Isso significa que os cidadãos brasileiros que atendem aos requisitos do programa agora têm maior tempo à sua disposição para participar e parcelar seus débitos. Abaixo, saiba quais as pessoas elegíveis e os tipos de subsídios passíveis de renegociação.
Um pouco sobre o programa
O programa Desenrola Brasil foi criado em julho de 2023 pelo Governo Federal, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad. O objetivo do programa é auxiliar pessoas físicas com renda familiar de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico a renegociar suas dívidas em atraso.
Quem tem permissão para participar do Desenrola Brasil?
O Desenrola Brasil tem como objetivo auxiliar incorporadores com dívida negativada na recuperação de sua situação creditícia. Pelas regras atualizadas, têm direito a participar pessoas físicas que ganhem no mínimo dois anos de progressão ou estejam cadastradas no Cadastro Único.
Se o valor atual for de R$ 1.412, os indivíduos que recebem até R$ 2.824 podem tentar renegociar suas dívidas por meio do programa. Em relação ao valor, as dívidas registradas negativamente entre 2019 e 2022 poderão ser renegociadas caso fiquem dentro do limite de R$ 20 mil.
O governo informa que o valor máximo do financiamento será de R$ 5 milhões por cliente, levando em conta a soma das dívidas que serão custeadas. O programa oferece opções de renegociação e descontos médios de dívidas em torno de 83%, mas podem ir até 99%.
Pode-se parcelar dívidas por até 60 meses, pagando no mínimo R$50 mensais e com juros de até 1,99% ao mês. Dívidas bancárias, cartões de crédito e contas atrasadas como energia e água são abrangidas pelo programa Desenrola Brasil.
O governo ressalta que não é permitido o financiamento de dívidas vinculadas ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), empréstimos imobiliários, crédito rural, operações com garantia real ou risco envolvido em fontes externas.




