As Revoluções Burguesas: um resumo
As Revoluções Burguesas, como o seu próprio nome afirma, foram protagonizadas pela burguesia, classe recém-formada e que almejava uma maior liberdade econômica, política e jurídica.
O assunto aparece com grande frequência nas principais provas de história do país, com destaque para aquelas de primeira e segunda fase dos vestibulares.
As Revoluções Burguesas: Introdução
Protagonizadas pela burguesia, as Revoluções Burguesas foram fundamentais para o fim do absolutismo na Europa. A nova classe possuía aspirações econômicas que buscavam o desenvolvimento do capitalismo e do comércio. Porém, mesmo formando um grupo poderoso economicamente, a burguesia ainda era dominada pela Monarquia e pela Igreja em âmbito político e jurídico. Nesse sentido, as revoluções buscavam o fim do absolutismo monárquico e eclesial para que um maior liberalismo econômico pudesse se instaurar.
Embora tenham ocorrido diversas Revoluções Burguesas nos mais variados períodos e locais, existem três que merecem destaque. São elas: a Revolução Puritana, a Revolução Gloriosa e a Revolução Francesa. Elas foram fundamentais para a saída do absolutismo e adesão ao capitalismo na Inglaterra e França, além de se propagarem por outros países europeus.
As Revoluções Burguesas: Revolução Puritana
É durante o reinado da Dinastia Stuart que o confronto entre a monarquia e o parlamento inglês tem início. De um lado, o absolutismo, representado pela figura do rei, buscava manter os seus privilégios e a sua hegemonia. De outro, estava a burguesia, que almejava uma maior liberdade econômica, política e jurídica. Ainda, existia também a questão religiosa, uma vez que o rei da época, Carlos I, era católica, enquanto a maioria (incluindo o parlamento) do país era protestante.
A Revolução Puritana acabou no ano de 1651 e resultou na condenação do rei Carlos I à morte. Além disso, com o fim da monarquia, Oliver Cromwell assume o poder e inicia um governo republicano.
As Revoluções Burguesas: Revolução Gloriosa
Alguns historiadores afirmam que a Revolução Gloriosa não seria um movimento isolado, mas sim uma continuação da Revolução Puritana.



