A obesidade infantil é crescente no Brasil e no mundo. O tema preocupa não só pais e responsáveis, mas autoridades e organizações de saúde.
Maus hábitos alimentares e sedentarismo vigoram como principais fatores causadores. Entretanto, há que se discutir sobre outros possíveis fatores para entender melhor o problema.
Por ser atual e importante sempre aparece em questões de vestibulares, assim como no ENEM. Pode até surgir como tema de redação. Nesse sentido, não há como deixá-lo de lado.
Conheça a seguir principais características da obesidade infantil para aprimorar seus estudos.
Conceito de obesidade infantil
A obesidade infantil se caracteriza uma disfunção ocasionada pelo excesso de peso entre crianças de 0 a 12 anos de idade. Trata-se de uma doença crônica responsável por uma série de problemas de saúde.
De acordo com o Ministério da Saúde, “crianças com obesidade têm a saúde comprometida e correm sério risco de desenvolver doenças nas articulações e ossos, diabetes, problemas cardíacos e até câncer na vida adulta”.
Causas da obesidade infantil
A obesidade infantil pode estar ligada a diferentes causas, visto que ocorre por alguns fatores genéticos, ambientais, comportamentais, assim como hormonais.
Além disso, alguns dos principais fatores responsáveis por desencadear esse transtorno se fazem presente na casa de muitos brasileiros, principalmente agora, em meio à pandemia.
Os principais são os hábitos alimentares incorretos e o sedentarismo.
Doenças associadas
Várias doenças estão interligadas à obesidade infantil. Diversas delas, inclusive, são fatores de risco para problemas do coração.
Desse modo, podemos dizer que o aumento excessivo de peso das crianças interferem em muitos outros campos da saúde. Ou seja, causam muitas complicações que perduram para a vida adulta. Por exemplo:
- Doença cardíaca precoce
- Síndrome metabólica
- Depressão
- Diabetes tipo 2
- Asma
- Distúrbio do sono
- Esteatose hepática não alcoólic
- Baixa autoestima
- Colesterol alto
- Hipertensão
Como podemos ver, a obesidade infantil pode desencadear uma gama de doenças cardíacas, pulmonares, psicológicas, entre outras.

