A educação inclusiva consiste em um conjunto de práticas guiadas por políticas públicas educacionais que objetivam a inclusão e a prestação de assistência a estudantes que demandem atenção especial.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), o público- alvo da educação especial é formado por alunos com deficiência, com transtornos globais de desenvolvimento (como Síndrome de Aspeger, Síndrome de Kanner, e Síndrome de Rett), e portadores de altas habilidades e superdotação.
Para que a educação inclusiva seja uma realidade é crucial a implementação de recursos e tecnologia assistiva, bem como a formação adequada de profissionais e a superação das restrições impostas pelos espaços físicos.
Desafios da escola
No Brasil, contudo, as escolas encontram dificuldade justamente nestes pontos cruciais.
O maior desafio encontrado pelas escolas, no sentido de adequar suas práticas educacionais às políticas de inclusão dos educandos, reside na falta de formação especializada de funcionários e professores.
Além da falta de diálogo com profissionais da área da Saúde, os professores e técnicos não recebem formação continuada para a atualização das demandas, metodologias e tecnologias assistivas.
Outro ponto de dificuldade é a implementação de tecnologias assistivas. Há uma série delas, inclusive disponíveis gratuitamente. Contudo, faltam, às escolas da rede pública, computadores, tablets e outros equipamentos cruciais para o processo de inclusão dos alunos.


