O Governo Federal anunciou nesta segunda-feira (3) que conseguiu zerar a fila de espera para a entrada no programa. Para isso, eles afirmam que conseguiram inserir algo em torno de 2,7 milhões de pessoas no benefício. Assim, o número de indivíduos que irão receber o projeto agora em janeiro deverá se aproximar dos 18 milhões.
Neste momento, o que se sabe é que apesar desse aumento, o Governo não vai conseguir abarcar todo mundo que precisa do benefício. Algumas pessoas realmente terão que ficar de fora. Para tentar resolver essa situação, o Palácio do Planalto começou a criar novos critérios de seleção.
Segue valendo a ideia de que os cidadãos que estão no Cadúnico e que estão dentro do limite de renda per capita possuem o direito de receber. Mas dentro desses grupos, o Ministério da Cidadania deverá fazer uma nova seleção. Isso vai acontecer porque se sabe que não há vaga para todo mundo.
Pelo conjunto de regras divulgadas pelo Governo Federal dá para entender que alguns grupos terão prioridade. O primeiro deles é o das famílias que possuem crianças em situação de trabalho infantil. Essas pessoas poderão receber o Auxílio Brasil com mais facilidades.
Em segundo lugar vem a situação das famílias que possuem integrantes libertos de uma situação de trabalho análogo ao de escravo. Esse é um tipo de situação que vem crescendo muito nos últimos anos. Por isso, há uma preocupação com a renda dessas pessoas. Há um temor de que elas tenham que voltar a trabalhar em um regime de quase escravidão.
Quilombolas e indígenas
Os quilombolas e indígenas, exatamente nesta ordem, formam os grupos seguintes de prioridade para o recebimento. Então se uma pessoa desses grupos atender aos critérios do Governo, ela vai ter prioridade nesse sentido.



