O Governo Federal bateu o martelo e decidiu que vai mesmo pagar o retroativo do Auxílio Emergencial. Isso não é mais uma questão. O próprio presidente Jair Bolsonaro já assinou a Medida Provisória (MP) que libera R$ 4,1 bilhões para esses pagamentos. Mas faltará a definição de um ponto: a data da liberação.
Pelo menos até a publicação deste artigo, o Ministério da Cidadania não tinha se pronunciado sobre essa questão. Isso quer dizer portanto que mesmo com a liberação do dinheiro, ainda não se sabe quando é que essas pessoas poderão receber esse novo benefício de fato.
Mas, qual seria o motivo de tanta demora? Afinal, se o Governo já tem o dinheiro e já assinou a MP, por que a quantia ainda não chegou no bolso dos usuários? De acordo com o Ministério da Cidadania, eles estão analisando quem são as pessoas que possuem o direito de receber esse benefício em questão.
Como se sabe, esse retroativo precisa ser pago para os pais solteiros que receberam o Auxílio Emergencial de R$ 600 no início de 2020. São, portanto , brasileiros que, pela regra, deveriam ter recebido R$ 1,2 mil assim como as mães solteiras receberam naquele mesmo período de tempo. Agora, eles irão pegar essa diferença.
Acontece, no entanto, que no momento da inscrição no Auxílio Brasil, não existia a opção de se marcar como pai solteiro, apenas como mãe solteira. Por isso, no banco de dados do programa só dá para ter mais clareza sobre as informações dessas mulheres. Já para os homens, a situação é um pouco mais complicada.



