Conforme os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 67,9 milhões de brasileiros receberam o Auxílio Emergencial em 2020. Esse total representa 1/3 da população do país. Na ocasião foram repassados R$ 294 bilhões.
No entanto, o Auxílio Emergencial foi encerrado oficialmente em outubro do ano passado, deixando boa parte dos beneficiários desamparados. Todavia, o programa fará novos pagamentos, destinados a cerca de 500 mil pais solteiros chefes de família monoparentais.
Segundo o Ministério da Cidadania, as novas parcelas do programa serão repassadas a aproximadamente 1,3 milhão de cidadãos que têm direito ao benefício. Lembrando que 823,4 mil desse total já receberam os valores devidos.
Neste sentido, há necessidade da liberação de um novo lote voltado ao público restante. Cabe salientar que esta cota extra do Auxílio Emergencial varia conforme o mês em que o pai solteiro foi aprovado no programa, entre os meses de abril e agosto de 2020. Confira a relação dos valores:
- Recebeu as 5 primeiras parcelas: R$ 3.000;
- Começou a receber em maio: R$ 2.400;
- Começou a receber em junho: R$ 1.800;
- Começou a receber em julho: R$ 1.200;
- Começou a receber em agosto: R$ 600.
Quem tem direito ao Auxílio Emergencial retroativo?
A parcela extra está sendo concedido aos homens provedores de família monoparental inscritos no CadÚnico até o dia 2 de abril de 2020. Além disso, é preciso ter realizado o cadastro do programa pelas plataformas digitais até o dia 2 de julho de 2020, prazo final para inscrição no Auxílio Emergencial.
Além disso, para receber os valores a equipe da Cidadania vai verificar se o pai solteiro está cadastrado como Responsável Familiar e recebeu cota simples do Auxílio Emergencial, se não possui cônjuge ou companheira(o) e se há na família pelo menos uma pessoa menor de 18 anos na família que tem a guarda.



