O governo federal inicia o primeiro mês de pagamento do Auxílio gás de 2024, um benefício bimestral que realizou seu último depósito em dezembro do ano passado, sendo o próximo agendado para fevereiro. Este auxílio visa beneficiar pelo menos 5,1 milhões de famílias, incluindo novos beneficiários.
Como fucniona o auxílio gás?
O ex-presidente Jair Bolsonaro instituiu o Auxílio-gás em 2021 por meio da Lei Federal nº 14.237, como parte de seus esforços para aproximar seu governo das famílias mais necessitadas.
Inicialmente, em 2021, o governo destinava aos beneficiários 50% do valor da média nacional do produto, conforme a ANP (Agência Nacional do Petróleo). Em 2022, o governo implementou uma medida emergencial que aumentou o benefício para 100% da média do preço do botijão de 13 kg.
Apesar das dúvidas sobre a continuidade do programa sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022, o governo não apenas confirmou a permanência do programa, mas também manteve o repasse integral.
No entanto, desde 2023, o número de contemplados pelo programa não tem aumentado, com o governo cortando alguns beneficiários e restringindo o acesso de novos grupos. Isso tem gerado frustração entre os inscritos no Cadastro Único.
Auxílio gás é complemento do Bolsa Família?
Muitas vezes, as pessoas confundem o Auxílio gás como um complemento do Bolsa Família, mas são programas distintos, embora o pagamento seja realizado na mesma data e na mesma conta.
Para receber o benefício, é necessário estar inscrito no Cadastro Único, ter uma renda familiar mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo, além de ser beneficiário do Bolsa Família ou do BPC (Benefício de Prestação Continuada). Além disso, há prioridade para famílias lideradas por mulheres e aquelas com crianças em sua composição.
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