Bancos podem suspender consignado do INSS novamente devido a recente redução na taxa de juros do crédito.
Dessa maneira, as instituições financeiras alegam que o valor cobrado não cobre os custos do crédito.
Desse modo, para que você saiba tudo o que precisa sobre esse assunto, reunimos algumas das principais informações para te passar.
Acompanhe a leitura até o final e confira!
Bancos podem suspender consignado do INSS novamente, entenda os motivos
Conforme mencionado acima, a recente redução das taxas do consignado do INSS gerou polêmica entre instituições financeiras e a Previdência Social.
Isso ocorre porque a medida, aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), reduziu a taxa de 1,91% ao mês para 1,84%, um dos valores mais baixos do mercado financeiro.
Dessa forma, a mudança traz consequências diretas sobre aposentados e pensionistas que utilizam o consignado.
O que mudou no consignado do INSS?
Ademais, vale ressaltar ainda que a redução nas taxas do consignado não afetou apenas os juros de empréstimos, mas também as taxas do cartão de crédito consignado.
Dessa maneira, agora os juros praticados nessa modalidade passaram de 2,83% para 2,73%. Essa medida deve entrar em vigor em breve. Essa redução representa um alívio significativo para os beneficiários do INSS que recorrem ao consignado para suprir suas necessidades financeiras.
Veja mais detalhes sobre a reação dos bancos
Assim como era de se esperar, a redução das taxas do crédito recebeu críticas das instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
De acordo com o órgão, a medida está em um “patamar não economicamente viável” e manifestou preocupação sobre uma possível diminuição da oferta dessa modalidade de empréstimo.
Assim sendo, a reação dos bancos ressalta a complexidade do cenário econômico atual e os desafios de equilibrar os interesses dos beneficiários do INSS e a sustentabilidade econômica do setor bancário.
A decisão de reduzir as taxas de juros do consignado do INSS é de autoria da Previdência Social. Desse modo, um dos principais motivos que influenciou essa decisão foi a queda da Selic, a taxa de juros referencial da economia.
Posição dos bancos
Por outro lado, os bancos defendem que a mudança deveria ser congelada neste mês, aguardando uma nova reunião do Banco Central para discutir a Taxa Selic. No entanto, a decisão já está em vigor neste mês de outubro, o que gerou tensões entre as instituições financeiras e o Governo.



