O governo federal enviou ao Congresso Nacional o seu plano de orçamento para o ano de 2025. Esse é o documento que indica todas as previsões de gastos e de despesas do poder executivo para o próximo ano. Entre outros pontos, há uma indicação para o Bolsa Família.
Este é o maior programa de transferência de renda do país. Atualmente, pouco mais de 20 milhões de brasileiros estão aptos ao recebimento do benefício social. Em agosto, essas pessoas receberam em média R$ 680, por exemplo.
O plano de orçamento para o Bolsa Família
De acordo com as informações contidas no próprio plano de orçamento enviado pelo governo federal, a ideia geral é realizar um corte de mais de R$ 1 bilhão nas contas do Bolsa Família no próximo ano. A comparação é feita em relação aos gastos que estão sendo realizados em 2024.
Esse corte já vinha sendo esperado por membros do congresso nacional, já que o governo federal precisa cumprir as regras indicadas pelo arcabouço fiscal, lei que substituiu o antigo teto de gastos.
Quem será impactado pelos cortes
Mas afinal de contas, quem serão as pessoas impactadas por esse novo corte programado pelo governo federal? De acordo com as informações de bastidores, a ideia do poder executivo é fazer com que esses cortes sejam alcançados através de revisões nas contas dos seus usuários.
Em resumo, a ideia do governo federal é entender quem são as pessoas que realmente precisam do dinheiro, e quem estaria recebendo o benefício de maneira irregular. A partir desses novos cortes, o governo federal poderia conseguir alcançar uma nova redução de gastos com o programa social.
Não é a primeira vez
Não é a primeira vez que o governo federal aponta cortes de gastos no Bolsa Família. Desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou ao poder, milhões de pessoas que faziam parte do benefício social foram cortadas, sobre o argumento de que elas não atendiam as regras de permanência no programa social.
Nesse sentido, vale lembrar do caso das famílias unipessoais. Estamos falando de pessoas que residem sozinhas e que mesmo assim recebem o Bolsa Família. Em um primeiro momento, não há nada de errado nesse ponto.




