O Ministério responsável pelo Bolsa Família, MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), fez uma divulgação preocupante. Na última rodada dos pagamentos em junho, mais de 730 mil famílias acabaram recebendo somente metade do valor do benefício. Isso porque foi implementada a nova regra, que reduz pela metade os pagamentos.
Essa nova regra, chamada de Regra de Proteção, se estabeleceu com o intuito de proteger os grupos de beneficiários. De acordo com o programa Bolsa Família, apenas famílias cuja renda mensal é de, no máximo, R$ 218 per capita podem ser beneficiadas. Portanto, caso algum membro da família consiga um emprego novo que aumente a renda além do limite estabelecido, o grupo perderá o direito do repasse do benefício.
Nova regra do Bolsa Família beneficia grupos de cidadãos
Agora, com as novas regulamentações, caso um membro da família tiver nova fonte de dinheiro elevando a renda do mês, o grupo ainda permanecerá ativo no programa de transferência de renda por, pelo menos, dois anos. Contudo, a renda nova não deve ultrapassar meio salário mínimo (R$ 660) per capita. No entanto, o valor do benefício será reduzido pela metade.
Diante dessa situação, vários beneficiários que tiveram o Bolsa Família reduzido pela metade no mês passado, bem como temem que a regulamentação os atinja, estão se perguntando o que devem fazer nessa situação. Isso porque a regra já está oficialmente vigorando no programa, significando que nos meses a seguir muitas famílias terão o montante cortado em torno de 50%.
Mas, é importante esclarecer que o primeiro passo é verificar se a nova Regra de Proteção teve a aplicação correta. Para fazer isso, a família deve somar todas as fontes de renda dos integrantes do grupo familiar, como salários, pensões, aluguéis, aposentadorias, entre outros, todos os meses. Em seguida, é necessário dividir o valor obtido pela quantidade de pessoas que compõem a família, e o resultado será a renda mensal per capita.




