A reformulação do Bolsa Família é uma das apostas do governo Bolsonaro para as eleições de 2022, com isso o programa também deverá mudar de nome para tirar a “marca Lula” na criação do benefício. O ex-presidente Lula e o atual, Jair Bolsonaro, devem concorrer no pleito.
Porém, o que tem preocupado o atual governo, é a queda de popularidade de Bolsonaro. Par correr atrás do prejuízo, causado pela piora da crise da Covid-19, a reformulação do Bolsa Família, que será chamado de Auxílio Brasil, é uma aposta. A ideia é mudar a imagem do atual presidente e torná-lo o responsável por uma tentativa de auxílio emergencial permanente.
É esperado que o Bolsa Família, além de mudar de nome, aumente de valor e número de beneficiários. Quanto aos valores, Bolsonaro tem sinalizado que quer aumentar 50%, chegando a R$ 300. A equipe de Guedes já defende um valor de R$ 270. Hoje, em média, os pagamentos do programa são de R$ 190.
No ano passado, por exemplo, o auxílio emergencial de R$ 600 ajudou a melhorar a popularidade do presidente, principalmente entre os mais pobres, de acordo com pesquisas. Por isso, ainda mais em época de eleição, repetir o feito é algo que o governo busca.



