O Bolsa Família desempenha um papel fundamental na assistência social do Brasil, oferecendo apoio financeiro a milhões de famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade. Agora, o último pagamento do Benefício Extraordinário de Transição (BET) está prestes a acontecer, e muitas pessoas se perguntam o que isso significa para o futuro do programa e dos beneficiários.
Será que essa mudança vai impactar seu benefício? Como funciona o pagamento e quais são as regras?
Para esclarecer essas dúvidas, veja a seguir tudo o que você precisa saber sobre o último pagamento do BET e as atualizações no Bolsa Família!
O que é o Bolsa Família?
O Bolsa Família é um programa de transferência de renda criado pelo governo federal para reduzir a desigualdade social e combater a pobreza no país. Ele oferece pagamentos mensais que variam conforme a composição familiar e a renda de cada beneficiário.
O programa tem sido um dos pilares da assistência social no Brasil, ajudando a garantir que milhões de famílias tenham acesso a alimentação, saúde e educação.
Mas, ao longo dos anos, o Bolsa Família passou por algumas mudanças e atualizações — e uma delas foi a criação do Benefício Extraordinário de Transição (BET).
O que é o BET e por que ele será encerrado?
O BET foi criado como uma medida provisória para evitar que os beneficiários sofressem cortes imediatos no valor recebido durante a transição do Auxílio Brasil para o novo Bolsa Família.
Na prática, ele garantiu que as famílias continuassem recebendo os valores completos, mesmo enquanto o programa passava por ajustes.
Agora, conforme previsto no Decreto nº 12.064/2024, o BET será descontinuado em junho de 2025, encerrando uma etapa que começou em junho de 2023.
O que muda com o fim do BET?
O pagamento final do benefício ocorrerá em maio. A partir de junho, os valores serão reajustados conforme as novas diretrizes do Bolsa Família. Famílias com renda per capita superior a R$ 218 poderão permanecer no programa por até 12 meses, recebendo metade do valor do benefício. Para continuar nesse período, a renda per capita não deve ultrapassar R$ 706.
Essa nova regra entra em vigor em junho e visa garantir uma transição gradual para as famílias que aumentaram sua renda, mas ainda precisam de suporte financeiro.




