O número atual de indivíduos atuantes no Brasil como condutores ou distribuidores de app de viagem e entrega é de 1.660.023. Esse número foi divulgado pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).
Em virtude do progresso dessa ocupação e da associação com sistemas como Uber, iFood, 99, Rappi e demais, o Ministério do Trabalho e Emprego optou por manifestar seu apoio aos trabalhadores do ramo.
Desde o começo da gestão, o ministro encarregado do setor trabalhista e de emprego, Luiz Marinho, deixou claro as intenções do governo brasileiro. A intenção sempre foi de estabelecer regulamentações para o trabalho dos motoristas e entregadores que atuam por meio de aplicativos.
Com esse propósito, um Grupo de Trabalho (GT) foi constituído para debater novas diretrizes para os envolvidos com Uber, iFood, 99, Rappi e negociar um acordo junto às empresas multinacionais.
Trabalhadores de app como Uber, iFood, 99 e Rappi não têm vínculo empregatício
Atualmente, os prestadores de serviço por app não possuem nenhum vínculo empregatício direto com as empresas para as quais trabalham. Ou seja, eles recebem apenas uma remuneração parcial pela entrega ou viagem realizada, conforme estipulado no contrato com as condições e termos aceitos por eles ao se cadastrarem.
No entanto, têm a flexibilidade de criar os próprios dias e horários de atuação na plataforma. A proposta é estabelecer um tipo de pacto entre os entregadores, motoristas e a plataforma na qual se cadastraram.
Através do acordo, conseguiriam ter acesso a várias garantias sociais e financeiras. Então, a empresa em si ficaria mais “satisfeita” com tais determinações. A elaboração do plano regulatório está em processo de avaliação das sugestões.

Quais são as possíveis mudanças para os motoristas e entregadores de apps?
Em 20 de junho, o GT do governo atual teve uma reunião com representantes da Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia). Assim, discutiram medidas a fim de modificar a relação dos entregadores com as plataformas.


