Na próxima vez que você for ao mercado fazer uma feira, preste bem atenção ao trocado que você vai receber. Isso porque é possível que o exemplar recebido seja valioso, e possa ser vendido por um bom dinheiro no final das contas.
Ao menos é isso que dizem os especialistas na área da numismática, com base nos catálogos numismáticos mais atualizados. De acordo com esses especialistas, o Brasil conta atualmente com dezenas de milhares de moedas de 50 centavos que podem ser consideradas raras.
Para identificar as peças valiosas você não precisa ser um especialista na área. Basta prestar bem atenção aos detalhes, para identificar uma característica específica bem exposta, mas que poucas pessoas conseguem encontrar na correria do cotidiano.
As moedas de 50 centavos
As moedas de 50 centavos da segunda família do Plano Real são extremamente famosas na nossa sociedade. Essas peças começaram a ser produzidas ainda no ano de 1998, e são circulantes.
Para ajudar no processo de identificação dessas peças, listamos abaixo um grupo com as principais características das moedas de 50 centavos da segunda família do Plano Real tomando com base as informações disponibilizadas pelo Banco Central (BC);
- Material: cuproníquel;
- Diâmetro: 23,0 mm;
- Peso: 9,25 g;
- Espessura: 2,85 mm;
- Bordo: inscrito;
- Eixo: reverso moeda (EH);
- Circulação: de 01/07/1998 a atual;
- Desenho do Anverso: Efígie de José Maria da Silva Paranhos Jr (1845-1912), Barão do Rio Branco, ladeada pelo dístico Brasil e por cena alusiva à dinamização da política externa brasileira e à consolidação dos limites territoriais com vários países;
- Desenho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.
Barão do Rio Branco
Como visto na lista acima, é possível notar que esta peça conta com a representação do Barão de Rio Branco. Em toda a sua biografia, ele atuou em várias profissões, mas ganhou notoriedade nacional como Ministro das Relações Exteriores do Brasil, onde permaneceu entre 1902 e 1912.




