Com a decisão do Governo Federal de reonerar parte dos combustíveis, trabalhadores de todo o Brasil estão preocupados com o aumento da gasolina. Dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), por exemplo, já mostram que a preocupação não é à toa. Postos já estão repassando valores mais caros aos motoristas de todos os estados do país.
É neste contexto que vários trabalhadores querem alguma ajuda para conseguir amenizar o impacto no bolso. Uma das opções mais conhecidas é o Auxílio Combustível. O benefício em questão é pago por empregadores, mas o fato é que nem todos os empregados têm direito ao saldo no final do mês.
O Auxílio Combustível não é um benefício previsto nas Consolidações das Leis do Trabalho (CLT). Em tese, o cidadão só vai conseguir receber este dinheiro por meio de um acordo com o empregador. Normalmente, os valores são liberados apenas para trabalhadores que atuam com um carro ou moto no trabalho.
Há casos, por exemplo, de cidadãos que precisam usar o seu próprio veículo para se deslocar de casa para o trabalho. Há ainda situações de pessoas que precisam usar o seu carro particular para realizar trabalhos para a empresa. Nestas situações, é natural que o empregador pague um Auxílio Gasolina.
Pagamento do Auxílio Combustível
O Auxílio Combustível também é conhecido como Vale-combustível em algumas regiões. De todo modo, a lógica dos pagamentos são basicamente as mesmas em todos os casos.
O empregador normalmente paga o saldo na forma de reembolso. Imagine, por exemplo, que um motorista vai fazer um trabalho para a empresa com o seu carro em um determinado local. Quando ele voltar, o empregador pode bancar o valor que foi gasto. O cidadão precisa guardar as notas ficais para comprovar os valores.
Note que os pagamentos do Auxílio Combustível não são incorporados ao salário. A ideia é que eles não entrem no cálculo da definição de valores como férias, 13º salário e afins.



