Um dos principais critérios para os brasileiros no momento de decidir em que instituição financeira vão abrir uma conta é a experiência digital. Na pesquisa Think Finance, encomendada pelo Google aos institutos Quantas e Liga Pesquisa, a maioria dos participantes citou como fundamental que o banco tenha aplicativo e site fáceis de usar e que permitam realizar todas as movimentações pela internet.
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Já a segurança apareceu em segundo lugar no estudo. As pessoas querem uma instituição financeira com a qual não tenham de se preocupar com problemas nas transações e que tenha solidez, ou seja, não corra risco de quebrar. Essas duas prioridades afetam principalmente na escolha por instituições financeiras de investimento.
Ainda segundo a pesquisa, os brasileiros têm cerca quatro contas abertas, ante as duas vistas em 2022. Além disso, os consumidores já tiveram contato com pelo menos outras três instituições e conhecem 21 empresas do setor financeiro.
Quem puxa o número para cima são os brasileiros de alta renda, que acompanham mais de perto as novidades do mercado financeiro. Em relação à faixa etária, pessoas entre 25 e 35 anos conhecem mais players do mercado.
A dificuldade está em ser o banco preferido, já que entre as quatro contas abertas, apenas duas são consideradas as principais pelo cliente. Além disso, há uma divisão entre bancos para se ter conta corrente e outra de investimento.
Como os brasileiros escolhem seu banco principal
A maior parte dos entrevistados (77%) diz que sua principal instituição financeira é aquela que concentra o maior volume de pagamentos e transferências. Como era possível selecionar mais de uma resposta, na sequência aparece o recebimento do salário, opção escolhida por 58% dos entrevistados. A oferta de crédito aparece com 49% dos votos, enquanto os investimentos representam 44% das respostas.

A pesquisa ainda alerta que 57% dos entrevistados consideram mudar de banco principal. Entre os mais ricos (classe A) a vontade de mudar é ainda maior: 65%. E isso não é exclusivo para alguns bancos, mas sim para todos. A marca com menor chance de troca tem 55% dos votos, enquanto a com maior tem 63%, uma diferença muito pequena para um setor com tantas oportunidades.



