O cashback é uma prática nova que vem conquistando espaço entre consumidores do Brasil. A palavra vem do inglês e significa, literalmente, “dinheiro de volta”. Sendo assim, a palavra é utilizada como estratégia para aumentar as vendas da empresa e garantir a fidelização de clientes que utilizam esse recurso.
Para utilizar o recurso de cashback oferecido, basta fazer uma transação simples. O cliente se cadastra na plataforma que oferece o recurso e, sempre que fizer compras nas lojas parceiras, acumula um percentual de retorno sobre o valor pago.
Lojas também podem oferecer esse benefício, mas a maioria adere a uma plataforma que atua como intermediário da transação. O objetivo é estimular determinadas transações financeiras, como compras, que resultam em acúmulo de crédito ou pontos para compra de outros produtos para os clientes.
Isto porque a empresa intermediária de cashback ganha uma comissão por ajudar a conquistar o novo cliente e a loja ganha o potencial de aumentar as vendas, impulsionadas pela vantagem oferecida aos clientes de obter parte do valor gasto de volta.
Como funciona o sistema de “dinheiro de volta”
Como indica a tradução ao pé da letra, “dinheiro de volta”, o cashback não é como dinheiro grátis. Isso porque é necessário gastar primeiro para depois receber algum valor de volta, ou seja, o cashback é mais parecido com um sistema de reembolsos ou recompensas do que um formato de “distribuição de dinheiro”.
O cashback é estipulado em uma porcentagem do valor total da compra. Por exemplo, caso tenha uma oferta de cashback de 5% em uma compra de R$ 100, o valor devolvido ao consumidor seria de R$ 5. O valor recebido de volta costuma variar entre 1% e 5% das transações, mas algumas transações podem oferecer recompensas extras para gastos em determinados estabelecimentos.



