A declaração pré-preenchida do Imposto de Renda 2023 foi criada para facilitar o processo para o contribuinte. Além disso, os brasileiros que optaram por esse método também ganham prioridade para o recebimento do lote de restituição do IR. No entanto, a declaração pré-preenchida pode gerar problemas, como divergência de valores, dados incompletos, informações duplicadas, entre outros.
Sendo assim, para não gerar confusão, a Receita Federal afirma que o contribuinte deve se basear nos comprovantes e nos documentos físicos (ou eletrônicos) na hora de preencher a declaração do Imposto de Renda.
Além disso, segundo o Fisco, a responsabilidade pela declaração é do contribuinte. Desta forma, a revisão dos dados automáticos no documento pré-preenchido deve ser feita pelo contribuinte, pois em seguida será feito um cruzamento de informações pela Receita Federal, o que pode gerar problemas em casos de divergência.
Para casos de informações desconhecidas, o aconselhado é que o contribuinte realize a exclusão dos dados. Isso porque apenas as informações que o contribuinte puder comprovar devem estar presentes na declaração do Imposto de Renda. É importante destacar que isso também é válido para dados faltando, ou seja, o contribuinte deve provar as informações com comprovantes.
Por fim, as empresas ou profissionais autônomos também podem acabar fornecendo informações erradas na declaração pré-preenchida do Imposto de Renda. Nestes casos, o recomendado é que o contribuinte contate a fonte das informações e esclareça os motivos da divergência, ou peça a retificação dos dados.
Declaração pré-preenchida
Até o dia 19 de abril, cerca de 3,2 milhões de contribuintes optaram pela declaração pré-preenchida do Imposto de Renda. Sendo assim, isso equivale a 22% do total de 15 milhões de declarações que foram enviadas até a data informada. Os dados são do último balanço feito pela Receita Federal.



