Em tempos de pandemia, quando o assunto é educação o que mais se destaca é o EAD – Ensino a Distância. Apesar de já estar em voga no Brasil há anos, só agora parece ter ganhado mais notoriedade.
Afinal, com a necessidade de distanciamento social – não se sabe ainda por quanto tempo -, nasceu uma discussão intensa sobre o futuro das aulas em escolas básicas, universidades, cursos técnicos, entre outros meios de aprendizado.
Mas será que o EAD está pronto para ser abraçado assim por tanta gente? E a população, será que está preparada para estudar predominantemente de forma online?
Cisma brasileira com o EAD
Uma das dificuldades enfrentadas no Brasil para a expansão do EAD é o preconceito com a modalidade.
Ainda há um receio grande da sociedade com as aulas que são transmitidas através de gadgets, como computador, tablet ou smartphone. Muito pelo fato de que não há contato humano. Muitos acreditam que os conteúdos não serão confiáveis e nem mesmo absorvidos da maneira correta.
Ao mesmo tempo, também existe o famoso “pé atrás” sobre o nível de formação de profissionais por meio de universidades a distância. Apesar de não ser uma novidade, é o tipo de ensino menos conhecido por todos, então é normal que haja essa insegurança.
Uma discussão bem relevante, porém, é sobre cursos que necessitam obrigatoriamente de aulas práticas presenciais. Como é o caso da medicina, odontologia, engenharia, entre outros cursos de graduação que pedem uma formação baseada em experiência e não só em teoria.


