Nos últimos dias, o debate em torno da desoneração da folha de pagamento tem sido intensificado, especialmente após a declaração do presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
DESENROLA PARA EMPRESAS? Alckmin propõe alternativas após REFORMA TRIBUTÁRIA
Resumidamente, ele expressou a necessidade de considerar uma nova abordagem para desonerar a folha de pagamento. Contudo, destacou que esta análise deve ocorrer após a aprovação da reforma tributária pelo Congresso Nacional.
Alckmin, durante uma reunião com representantes de várias entidades do setor privado, mencionou a intenção de aprofundar a discussão sobre essa questão crucial.
Isso ocorreria após a recente viagem do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Emirados Árabes, visando apresentar uma proposta para os setores anteriormente beneficiados com a desoneração da folha.
No entanto, o contexto atual ganhou destaque após o veto integral feito por Lula à proposta aprovada pelo Congresso Nacional. Como é de amplo conhecimento, esta proposta prorrogava até 2027 a medida que determinava a contribuição para a Previdência Social de 17 setores produtivos entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta.
Em vez da contribuição de 20% sobre a folha de pagamento. Sem a prorrogação, a medida expiraria no final deste ano. Desse modo, Alckmin enfatizou a importância desse tema, salientando que o grande desafio do mundo será o emprego e a renda, não somente para o nosso país, mas em escala global.
Sendo assim, ele propõe explorar caminhos para a desoneração da folha após a reforma tributária, fazendo referência à experiência positiva de desoneração na área rural para pessoas físicas. Em suma, essa medida não ocasionou perda de receita, apenas uma mudança na fonte de contribuição.
Estímulo econômico
Concisamente, durante a reunião do Fórum MDIC de Comércio e Serviço, Alckmin compartilhou sua experiência como relator da legislação que isenta pessoas físicas na área rural de contribuição previdenciária sobre a folha, optando por um percentual na venda do produto. Ele ressaltou que essa medida visa estimular o emprego e a formalização.



