O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (20) a devolução de cerca de R$ 25,2 bilhões ao Tesouro Nacional. Esses recursos são provenientes dos antigos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), cujas cotas foram transferidas para o FGTS.
A devolução desses valores, determinada pela Emenda Constitucional da Transição, requeriu a aprovação do Conselho Curador do FGTS. Segundo o Ministério do Trabalho, aproximadamente 10,5 milhões de trabalhadores ainda não sacaram seus recursos que giram em torno de R$ 2,4 mil por pessoa.
Apesar do retorno dos valores ao Tesouro Nacional, é importante informar que os trabalhadores poderão resgatar os recursos dentro de um período de até 5 anos. Além disso, em caso de falecimento do beneficiário, os dependentes e herdeiros terão direito aos recursos.
Veja como sacar os recursos
Com a devolução dos recursos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os trabalhadores têm diferentes opções para efetuar o saque dos valores a que têm direito.
O saque pode ser solicitado por meio do aplicativo FGTS, disponível para aparelhos Android e iOS, que possibilita a transferência para uma conta corrente ou o saque em espécie. Ao abrir o aplicativo, o trabalhador deve localizar a mensagem “Você possui saque disponível” e selecioná-la. Em seguida, é necessário clicar em “Solicitar o saque do PIS/Pasep” e, por fim, indicar a forma de retirada desejada.
Após seguir esses passos, o trabalhador deve revisar os dados fornecidos e selecionar a opção “Confirmar saque”. No caso de escolher o crédito em conta, a transferência será realizada para a conta bancária indicada pelo trabalhador, sem nenhum custo adicional.




