De acordo com a definição oficial do Ministério da Fazenda, o novo arcabouço fiscal é um conjunto de regulamentos e legislações que objetivam clarificar para os investidores e para a sociedade a manutenção e o controle das contas públicas.
Economia: entenda o que é o novo arcabouço fiscal
Dessa maneira, o novo arcabouço fiscal pode direcionar os investimentos e tornar a gestão pública mais equilibrada e de conhecimento de todos.
As normas sobre o novo arcabouço fiscal objetivam fixar uma trajetória consistente para o resultado do governo central, ou seja, as receitas e as despesas financeiras com a dívida pública.
Um novo mecanismo de controle de gastos públicos
Em suma, o Ministério da Fazenda explica que existe uma base de piso e teto para o crescimento real, subtraindo a inflação das despesas do governo. Desta maneira, é possível evitar gastos excessivos e elevar o crescimento da economia.
De forma sucinta, trata-se de um mecanismo que deve garantir recursos para conter o aumento dos gastos, amparando serviços públicos de maneira adequada.
Além disso, é uma forma de direcionar os recursos arrecadados para pagar dívidas prioritárias dentro da sociedade, ampliando o controle sobre os investimentos públicos. Portanto, o novo arcabouço fiscal é um documento de responsabilidade fiscal, mas também social.
Piso corrigido pela inflação
Segundo dados oficiais do Ministério da Fazenda, o piso de investimento para 2023 é de aproximadamente R$ 75 bilhões, o que deve ser corrigido pela inflação nos próximos anos.
Dessa maneira, o investimento público terá uma preservação sobre o seu orçamento anual e cortes podem ser evitados, melhorando a estrutura em diversos aspectos.
O investimento público é fundamental para o crescimento econômico e também pode direcionar o investimento privado, considerando a oferta adequada. Por isso, é necessário ampliar a capacidade governamental de criar políticas públicas para atender às necessidades da sociedade.



