A educação tradicional vem sendo contestada ora ou outra por grupos de educadores, pedagogos e até mesmo pelos pais. Há quem deseje algo diferente para a educação atual, com sentido mais amplificado e sem amarras.
Nesse viés, a pedagogia Montessoriana entra como uma das mais pesquisadas e aplicadas, de fato. Já é uma conceituação antiga, a saber, mas que tem ganhado espaço como nunca nos últimos anos.
A metodologia é italiana, criada pela médica Maria Montessori. Assim como na educação tradicional conta com os agentes principais da escola: alunos e professores. Ah, e também apresenta o espaço escolar como um componente essencial.
Entretanto, a educação montessoriana configura em algo mais plural. De certa forma, ela possui regras para que não haja tantas regras. Pode ser, então, algo confuso para muitos educadores, pais e estudantes. Mas, talvez, a implementação de pelo menos parte desse conceito poderia deixar as escolas atuais um pouco mais atrativas.
Selecionamos as principais diferenças entre a educação tradicional e a montessoriana para você conhecer e tirar suas conclusões.
Conceito de educação
Na educação tradicional:
O conceito de educação no modelo tradicional, o qual estamos acostumados, tem a ver com a transmissão de conhecimentos de um agente para o outro. Ou seja, do professor ao aluno por método formal, com teorias que devem ser absorvidas pelos estudantes.
As aulas no conceito tradicional o de educação são elaboradas para uma sala de aula e não para cada aluno. A partir disso, elas ocorrem de maneira global, partindo do professor de uma forma única para todos, mas nem todos vão absorver de uma forma.
Afinal, as pessoas são diferentes. Nesse sentido, os alunos acabam precisando se moldar para aprender aquilo para que consigam levar adiante sua aprendizagem, passar de ano, ter boas notas, etc.
Na educação montessoriana:
Ainda há uma sala de aula, um professor e os alunos. Mas na educação montessoriana o ensino ocorre de maneira autônoma e empírica. Os professores vão avaliar o estilo de aprendizagem de cada um de seus estudantes, o que é algo bem difícil para aplicação na educação pública brasileira, por exemplo.



