Dentro do mundo da numismática, é comum que várias pessoas acreditem que as moedas valiosas são apenas aquelas que não estão mais em circulação. De fato, algumas peças antigas podem valer muito dinheiro. Mas também é fato que alguns exemplares atuais também podem ter o seu valor.
É o caso, por exemplo, da moeda de 25 centavos do ano de 2016. Trata-se de uma peça que ainda possui valor monetário, e que ainda está circulando normalmente hoje em dia. O que a grande maioria das pessoas não sabe é que esta peça é considerada muito promissora por muitos numismatas.
O motivo: ela tem nada menos do que a tiragem mais baixa entre todas as moedas de 25 centavos da história do Plano Real. Dados oficiais apontam que apenas 23 milhões foram postas em circulação. Na linguagem da numismática, pode-se dizer que este é um número muito baixo.
Características da moeda
Abaixo, você pode conferir as principais características da moeda de 25 centavos do ano de 2016, com base nas informações disponibilizadas pelo Banco Central (BC):
- Material: bronze sobre aço;
- Diâmetro: 25,0 mm;
- Peso: 7,55 g;
- Espessura: 2,25 mm;
- Bordo: serrilhado;
- Eixo: reverso moeda (EH);
- Circulação: de 01/07/1998 a atual;
- Desenho do Anverso: Efígie de Manuel Deodoro da Fonseca (1827-1892), – proclamador da República e primeiro presidente constitucional do Brasil republicano -, ladeada pelas Armas Nacionais e pelo dístico Brasil;
- Desenho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.

Manuel Deodoro da Fonseca
Como visto na lista acima, a peça de 25 centavos do ano de 2016 conta com a representação do busto de Manuel Deodoro da Fonseca. Ele teve uma vasta carreira no mundo militar, mas ficou conhecido mesmo por ter sido o primeiro presidente da história do Brasil.
Neste sentido, cabe destacar que ele teve um papel muito importante no golpe militar que acabou com a monarquia no país, e que impôs a república, forma de governo que é seguida pelo país até hoje. Deodoro da Fonseca morreu no dia 23 de agosto de 1892, na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país.







