A Terra ganhou seu primeiro satélite artificial 60 anos atrás, quando o lançamento em 1957 de uma bola bip chamada Sputnik deu início à Era Espacial.
Milhares de outros satélites mais sofisticados se seguiram desde então, e cerca de 1.400 estão operacionais hoje, incluindo uma variedade de ferramentas científicas interessantes, como telescópios espaciais.
Entretanto, embora esses satélites científicos muitas vezes se concentrem no exterior, usando sua altura para uma melhor visão do universo, a órbita da Terra também oferece uma visão vital de outra coisa: a própria Terra.
Os satélites de observação da Terra agora desempenham muitos papéis importantes, até mesmo de salvamento de vidas em todo o mundo.
E, a saber, alguns dos mais poderosos são gerenciados por duas agências dos EUA: a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) e a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA).
Esses satélites executam alguns serviços bem conhecidos, como nos ajudar a prever e rastrear tempestades perigosas, mas também fornecem uma ampla gama de benefícios menos conhecidos.
Conheça as principais funções dos satétlites
Prevê tornados e relâmpagos
Tornados, por exemplo, são fenômenos complexos que podem ser difíceis de prever, portanto, precisamos de uma variedade de dados para informar nossos modelos e previsões.
Isso inclui informações de aeronaves e sensores de superfície, mas os satélites podem oferecer dados excepcionalmente valiosos sobre tempestades severas – e quaisquer tornados que eles possam gerar.
Esses dados são alimentados em modelos de computador sofisticados que podem calcular os próximos movimentos prováveis da atmosfera e também fornecem detalhes mais diretos sobre fatores como variações do canal de umidade e rotação de nuvens que podem melhorar as previsões de tornados.
Hoje, porém, nenhum furacão pode ir muito longe sem hordas de humanos observando cada movimento seu. Temos várias maneiras de rastrear e prever o que os ciclones tropicais fazem, mas, como acontece com muitas tempestades, os satélites da NOAA e da NASA são algumas de nossas melhores apostas para entendê-los.



