Cerca de mais de 18 mil empresas se inscreveram no Auxílio Emergencial do estado do Paraná e receberam o benefício. Assim, ao todo, somente durante o mês de agosto, foram cerca de R$ 6,5 milhões para o pagamento do programa social. Este, então, se encerrará nesta terça-feira, dia 31 de agosto.
O programa da atual gestão se direciona a microempreendedores e microempresas dos setores que mais se afetaram pelos impactos da pandemia. Nesse sentido, a maior parte dos pagamentos se destinou aos Microempreendedores Individuais (MEIs) e microempresas que não possuem inscrição. No total, foram 11.148 resgates, que chegaram ao valor de, aproximadamente, R$ 4 milhões. Já as microempresas com inscrição no Simples Nacional somaram 6.922 solicitações, o que significa R$ 2,5 milhões de investimento.
O processo de cadastro no benefício acabou no último dia 10 de agosto, com mais de 37 mil empresas solicitando o benefício. Comando o pagamento do mês de agosto, o total de recursos para o funcionamento do programa já chega a R$ 16.724.750,00.
Atualmente, o benefício efetua o pagamento do terceiro lote de participantes. Antes, os dois primeiros pagamentos somaram R$ 10 milhões.
Grande parcela das empresas que tinham o direito ao recebimento dos valores já retiraram todas as parcelas. Desse modo, hoje o cenário em todo o estado já se apresenta diferente do que se encontrava inicialmente quando o programa foi criado. Além disso, no momento atual, grande parte da população já se encontra vacinada com ao menos um dose da vacina contra a Covid-19. Esse fator auxilia no funcionamento de diversos serviços e comércios.
Governo estadual investiu em outras medidas para combater a pandemia
“O auxílio emergencial foi oferecido pelo Governo num momento de recrudescimento da pandemia, com medidas restritivas mais rigorosas. Era preciso amenizar o impacto das perdas de pequenas empresas, daqueles setores que mais sofreram. Foi uma ação muito importante, que ajudou na sobrevivência de milhares de pequenos negócios”, é o que relatou o chefe da Casa Civil, Guto Silva.
Nesse sentido, além da criação do Auxílio Emergencial, Guto Silva também comentou sobre algumas iniciativas do governo do estado para combater a crise econômica. Assim, foi possível acelerar a recuperação das empresas, como novos programas de crédito da gestão.
De acordo com o chefe da Casa Civil, ainda, a linha de crédito Paraná Recupera, auxiliou diversos empreendedores e empresários durante o ano passado. Esta, então, teve renovação em 2021 para atender os MEIs, depois de uma suspensão de dois meses, ajudando cerca de 30 mil empresários do estado.
“Também foram oferecidos R$ 25 milhões em linhas disponibilizadas para fomentar o turismo, um dos setores mais afetados pela pandemia”, frisa o mesmo.
Por fim, também, na área tributária, Guto Silva lembra que o governo estadual prorrogou em três meses o pagamento do ICMS dos estabelecimentos comerciais com inscrição no Simples Nacional. Ademais, ainda houve a possibilidade de parcelamento do imposto.
O que é o Auxílio Emergencial do Estado do Paraná?
O Governo do Estado do Paraná criou o programa assistencial, com sanção do governador Carlos Massa Ratinho Júnior no dia 26 de maio. Assim, a medida atende cerca de 27 setores que a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) delimita.



