O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está interessado em fortalecer a parceria entre o Brasil e seu país, após a posse de Lula, no último dia 1 de janeiro. Ademais, o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, deve conversar com o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, ainda nesta terça (03/01).
Blinken deve falar ao telefone, sobre um maior envolvimento entre os dois países, conforme afirmou o Itamaraty. Todavia, os dois devem se cumprimentar pela posse de Lula e tratar da visita do poder executivo brasileiro aos Estados Unidos, onde o presidente deve se encontrar com Joe Biden.
Espera-se que Lula viaje para os Estados Unidos até março de 2023. O presidente já tem agendado para os dias 23 e 24 de janeiro, a sua ida para a Argentina. Em seguida, ele pretende ir a Portugal e China, seus primeiros destinos internacionais após sua eleição e posse como presidente do Brasil.
De acordo com Vieira, Lula tem como objetivo, encontrar um equilíbrio em suas relações com o país asiático e norte-americano. Aliás, durante a posse do presidente, a secretária do Departamento do Interior, Deb Haaland, o assistente especial do presidente Juan González e o encarregado de Negócios da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, Douglas A. Koneff, estiveram presentes.
Parceria entre Brasil e EUA
O presidente norte-americano Joe Biden ligou para Lula para o cumprimentar por sua vitória nas eleições. Ele afirmou que “estamos montando uma equipe para discutir o que fazer juntos”. Além disso, elogiou o processo eleitoral brasileiro, dizendo se tratar de uma eleição justa, livre e confiável.
A conversa entre os dois presidentes durou cerca de 20 minutos, de acordo com o governo americano. De fato, o governo dos EUA apresentou uma nota no qual elogiou as instituições democráticas brasileiras durante as eleições de 2022. analogamente, o forte relacionamento entre os dois países foi uma das pautas da conversa.
De acordo com o texto apresentado, “os EUA e o Brasil se comprometeram a continuar trabalhando como parceiros para enfrentar desafios comuns, incluindo o combate às mudanças climáticas, salvaguarda da segurança alimentar, promoção da inclusão e democracia e gestão da migração regional”.



