O 14° salário do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é algo que todos os aposentados e pensionistas desejam. O assunto vem sendo comentado desde a época da pandemia, quando os segurados passaram a receber o 13° salário antecipadamente.
Na ocasião, essa antecipação teve como intuito minimizar as dificuldades enfrentadas pela população por causa da crise econômica que a Covid-19 gerou. Desse modo, o pagamento antes do final do ano continuou sendo feito até 2022.
Agora, os beneficiários da Previdência Social querem saber mais sobre a possibilidade de receber um outro abono além do natalino. É sobre isso que vamos falar em seguida.
14° salário do INSS
No ano de 2020, no auge da pandemia, uma das medidas que o governo adotou para diminuir os efeitos da crise econômica foi liberar o 13° salário para os aposentados e pensionistas do INSS antes do previsto. Dessa forma, os segurados receberam o abono natalino no meio do ano.
No entanto, quando o fim do ano chegou e, com ele, o aumento nas despesas, o dinheiro extra fez muita falta. Assim, um Projeto de Lei foi criado com a intenção de determinar o pagamento de um outro abono. Além do habitual 13° salário para os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social.
Projeto de Lei do 14° salário do INSS
O criador do Projeto de Lei n° 4367, que sugere o pagamento do 14° salário do INSS é o deputado Pompeo de Mattos (PDT). Já o relator da proposta foi o deputado Fábio Mitidieri (PSD). O texto prevê uma cota adicional para os aposentados e pensionistas da Previdência Social.
Como o grupo formado por quem recebe salário previdenciário era de risco, ou seja, pessoas idosas e/ou com comorbidades ou necessidades especiais, a antecipação do abono natalino foi bem recebida. Porém, no final do ano essa parcela da população acabou se “apertando” de novo, e foi daí que surgiu a proposta.
Todavia, na época, o projeto acabou não sendo votado na Câmara dos Deputados e, por isso, não conseguiu aprovação.
Como está a tramitação do projeto do 14º salário?
Hoje, o Projeto de Lei n° 4367 está parado no Senado Federal e não tem previsão de aprovação. Depois da mudança na presidência, o novo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também não demonstrou ações que gerem avanços nesse sentido.



