Na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Gestão de Riscos Corporativos (GRC) atende às recomendações da CGU e aos requisitos da Instrução Normativa Conjunta (INC) nº 01/2016 do Ministério da Economia e da CGU, bem como ao Decreto n.º 9.203, de 2017, que dispõe sobre a Política de Governança da Administração Pública Federal, de acordo com informações oficiais.
GRC: a gestão de riscos corporativos da Anvisa
A Gestão de Riscos Corporativos (GRC) visa identificar, analisar, avaliar, priorizar, tratar e monitorar riscos corporativos capazes de afetar os objetivos, programas, projetos ou processos de trabalho da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos níveis estratégico, tático e operacional.
Seu objetivo é fortalecer a governança, o cumprimento da missão da Agência e o alcance dos objetivos institucionais, além de promover maior transparência e aprimorar o ambiente de controles internos da gestão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Portaria n°854/2017
Nesse sentido, a Política de Gestão de Riscos Corporativos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, (Portaria n°854/2017) estabelece os objetivos, princípios, conceitos, diretrizes, atribuições e responsabilidades a serem observados para a execução da gestão de riscos corporativos, bem como orienta quanto à identificação, análise, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos corporativos na Agência.
Segundo destaca a divulgação oficial, as atividades de Gestão de Riscos Corporativos (GRC) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estão representadas na figura abaixo, sendo as ações de Gestão de Riscos Corporativos (GRC) compartilhadas entre agentes públicos nos diversos níveis organizacionais.



