Você presta atenção na moeda de 50 centavos que você recebe no trocado? De acordo com especialistas na área da numismática, o ato de prestar atenção na peça pode fazer muita diferença no final das contas. Isso porque alguns destes exemplares podem ser considerados muito raros.
Neste artigo específico, vamos falar sobre um grupo de seis moedas de 50 centavos que podem ser consideradas muito raras por colecionadores neste momento. São elas:
- Moeda de 50 centavos do ano de 1998;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2000;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2005;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2006;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2008;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2012.
Todas as moedas citadas acima fazem parte da segunda família do Plano Real. Para além disso, elas também foram catalogadas com um erro conhecido no meio da numismática como DUPLICAÇÃO NAS ESTRELAS, e é justamente este erro que pode fazer com que a peça passe a valer muito dinheiro.
As moedas citadas acima ainda possuam valor monetário. Isso quer dizer que elas podem ser encontradas a qualquer momento por qualquer pessoa, em um trocado no comércio, por exemplo.
Características
Abaixo, você pode conferir as principais características das moedas de 50 centavos dos anos citados acima. As informações foram disponibilizadas pelo Banco Central (BC):
- Material: aço inox;
- Diâmetro: 23,0 mm;
- Peso: 7,81 g;
- Espessura: 2,85 mm;
- Bordo: inscrito;
- Eixo: reverso moeda (EH);
- Circulação: de 24/06/2002 a atual;
- Desenho do Anverso: Efígie de José Maria da Silva Paranhos Jr (1845-1912), Barão do Rio Branco, ladeada pelo dístico Brasil e por cena alusiva à dinamização da política externa brasileira e à consolidação dos limites territoriais com vários países;
- Desenho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.
Barão do Rio Branco
Como visto na lista acima, é possível notar que esta peça conta com a representação do Barão de Rio Branco. Em toda a sua biografia, ele atuou em várias profissões, mas ganhou notoriedade nacional como Ministro das Relações Exteriores do Brasil, onde permaneceu entre 1902 e 1912.




