O sistema administrativo denominado Capitanias Hereditárias foi implementado em 1534 pela Coroa Portuguesa.
As terras pertencentes a Portugal em território brasileiro se dividiram em faixas de terras e dado aos nobres que tinham a confiança do rei D. João III (1502 – 1557).
Como elas podiam ser passadas para os filhos, passaram a se chamar Capitanias Hereditárias. Tinha como objetivo povoar a colônia e dividir a administração. Contudo, elas não duraram muito tempo, somente 16 anos.
Apesar disso, tem extrema relevância para a história do Brasil. Por isso trata-se de um assunto muito cobrado em vestibulares do Brasil todo, assim como no ENEM.
Capitanias Hereditárias – Síntese
Após a descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral, a Coroa Portuguesa focou na extração de recursos, como por exemplo o pau-brasil.
As capitanias hereditárias foram implantadas após a expedição de Martim Afonso de Sousa, em 1530. Os portugueses ficaram receosos de perderem as terras conquistadas, visto que outros países europeus estavam negociando com povos indígenas e queriam fixar-se ali.
Como resposta, a Coroa Portuguesa buscou medidas para povoar as terras brasileiras, com o intuito de evitar possíveis ataques e invasões.
Os portugueses já haviam usado o sistema de capitanias hereditárias nos Arquipélagos dos Açores e de Cabo Verde.
Deste modo, ficou decidido dividir o território em 15 lotes e 14 capitanias, visto que alguns donatários receberam mais de uma porção de terra e além disso, as Capitanias de Maranhão e São Vicente dividiu-se em duas porções.
Capitanias Hereditárias – Direitos e obrigações do Donatário
As terras foram concedidas aos nobres de confiança do rei Dom João III, isto é, cada Capitão Donatário consistia em uma autoridade máxima.


