Os planos de aposentadoria são projetados para fornecer aos indivíduos um veículo de investimento para poderem acessar fundos e pagar despesas depois que pararem de trabalhar.
Porém, quando essas pessoas falecem, os familiares, em seus momentos de luto, não sabem o que fazer com as questões relacionadas à situação previdenciária do segurado, ou seja, os benefícios recebidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
INSS faz alerta
As pensões não são consideradas parte do patrimônio, o que significa que, quando uma pessoa morre, seus beneficiários poderão acessar suas economias de aposentadoria sem pagar imposto sobre herança.
No entanto, o INSS alerta as famílias que não retirem os benefícios dos segurados em caso de falecimento. Isso porque, ao executar um saque, a instituição pode cobrar uma taxa administrativa do herdeiro, já que o INSS pode fazer uma investigação junto à instituição bancária para apurar a responsabilidade.
Do INSS funcionamento e implicações legais
De acordo com o INSS, os cartórios de registro civil devem comunicar o óbito no Sistema Nacional de Informações do Registro Civil (SIRC) no prazo de um dia útil (ou até cinco dias úteis se o local não tiver acesso à internet). Com base nessas informações, o INSS suspende o pagamento do beneficiário.
Porém, em alguns casos, o INSS processa a folha de pagamento antes da notificação do óbito, não tendo tempo hábil para bloquear os benefícios, que acabaram sendo creditados no banco.
Contudo, se a família deixar de notificar o cartório do óbito e continuar realizando transações bancárias em nome do beneficiário falecido, configurará descumprimento de norma que acarretará a devolução do valor ao cofre do INSS.



