O banco brasileiro Itaú não realizou alguns pagamentos devidamente em seu tempo correto, o que pode fazer com que centenas de brasileiros recebam valores do banco em breve. Nesse sentido, os repasses são referentes a um processo na Justiça, aberto pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Nesta ação, o Sindicato dos Bancários afirma que os funcionários que trabalharam em certa unidade do Itaú entre os anos de 2010 a 2017 não receberam um adicional de periculosidade a qual tinham direito. Este escritório do banco em questão ficava na Vila Leopoldina, em São Paulo.
Estes trabalhadores do Itaú tinham direito ao adicional de periculosidade, já que esta agência do banco armazenava líquido inflamável no local. Isso ocorria, pois os geradores de energia da agência eram movidos a óleo diesel. Dessa forma, a lei determina que as empresas devem recompensar seus trabalhadores nestes casos, de acordo com o risco que estão correndo, como, por exemplo, de uma explosão, neste caso.
Ação na Justiça contra o Itaú
A Justiça reconheceu que os funcionários desta agência realmente possuem direito ao adicional de periculosidade que estava sendo requerido. No entanto, o banco Itaú entrou com um recurso, juntamente com o Tribunal Superior do Trabalho. Na tentativa de evitar um longo processo na Justiça, que iria durar muitos anos, o sindicato entrou em acordo com a instituição financeira.
Sendo assim, em 2023 ficou decidido que o adicional de periculosidade será pago a todos os funcionários ativos, antigos empregados e aposentados que trabalharam, em média, três dias por semana, por uma hora ou mais por dia dentro desta agência do Itaú.

Dúvidas sobre o adicional de periculosidade
Com este processo na Justiça, muitas dúvidas podem surgir por parte dos trabalhadores, como quem têm direito, quanto será pago, quando ocorrerá o pagamento, entre outras questões. Confira a seguir a resposta para essas dúvidas.



