A juíza sumariante do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte (MG), Âmalin Aziz Sant’Ana, entendeu que há indícios de autoria e materialidade para que o jovem R.V.D.L. seja julgado por um júri popular.
Acidente com morte
O réu é acusado de dirigir embriagado, de ter participado de “racha” e causado acidente em que a namorada e um amigo, que estavam dentro do carro, morreram.
O grupo voltava de uma boate na madrugada de 11 de dezembro de 2016, depois de passar o dia inteiro em outra festa de aniversário.
Entenda o caso
O acidente aconteceu na Avenida Tancredo Neves, na Pampulha, e quatro pessoas estavam no carro, que se chocou contra uma árvore. O motorista, na época com 18 anos de idade, e outro ocupante do veículo foram hospitalizados, entretanto sobreviveram à tragédia.
No entanto, o colega dele precisou amputar um dos dedos do pé por causa dos ferimentos graves. Já os outros dois ocupantes do veículo (a namorada do motorista e outro amigo), não tiveram a mesma sorte e faleceram.
Denúncia do Ministério Público
De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), todos eles beberam na festa durante a tarde e também na casa noturna, em quantidade suficiente para a alteração da capacidade psicomotora.



