De acordo com o Ministro da Casa Civil, Rui Costa, o programa Mais Médicos voltará durante o atual mandato de Lula. A iniciativa será relançada com o objetivo de levar os profissionais da saúde a regiões remotas do país. No entanto, deve passar por uma reformulação antes de ser implementado oficialmente.
Conforme o Ministério da Saúde, além promover ações para o recebimento de mais médicos, o programa também se atentará aos processo de formação desse profissionais, de modo que não abandonem seus postos por necessidade de especializações. A intenção é que cada um permaneça no local designado por ao menos quatro anos.
Acontece que, segundo o Ministério da Saúde, um dos motivos para que haja uma alta rotatividade de profissionais é a desistência por motivos de uma nova formação. Assim, com a nova estratégia, será possível contemplar a ampliação do número de vagas de residência nas áreas prioritárias para o SUS (Sistema Único de Saúde).
Incentivos do programa Mais Médicos
O que se sabe até o momento é que haverá um incentivo a mestrado e pós-graduação em Atenção Primária à Saúde e Medicina da Família e Comunidade. O objetivo é oferecer uma formação curricular de acordo com a realidade dos atendimentos médicos na atenção primária do SUS.
“O fato é que o programa será ampliado, incluindo inclusive a formação de especialidades na atenção básica, ou seja, nós vamos elevar a oferta de serviço, não apenas de forma quantitativa, mas qualitativa… Isso [o uso de estrangeiros] está sendo definido, a prioridade será para os brasileiros”, afirmou.
Desse modo, o profissional poderá contar com um guia teórico aliado às experiências práticas para cooperar com a sua atuação. Por este motivo, é possível que a iniciativa aumente o número de pós-graduados stricto sensu com mestrado no Brasil.


