Está oficialmente publicado no Diário Oficial da União (DOU) o edital do programa Mais Médicos. No documento, que está disponível desde esta terça-feira (18), o Ministério da Saúde detalha todos os pontos sobre o retorno do projeto. Como na primeira versão, a ideia agora é levar mais profissionais da saúde para locais com pouco grau de cobertura.
Os estados que mais terão abertura de vagas são São Paulo, Pará e Rio Grande do Sul. Abaixo, você pode conferir a lista completa de vagas por unidades da federação:
- SP – 1043;
- PA – 644;
- RS – 552;
- AM – 478;
- MG – 402;
- PR – 338;
- CE – 330;
- BA – 303;
- MA – 263;
- RJ -261;
- SC – 224;
- GO – 201;
- PE – 173;
- RR – 164;
- ES – 142;
- MT – 95;
- RO – 78;
- PI – 75;
- RN – 74;
- AP – 65;
- AC – 63;
- MS – 57;
- PB – 57;
- DF – 52;
- TO – 47;
- AL – 41;
- SE – 30.
Quase todas as capitais do país possuem vagas disponíveis para esta fase do Mais Médicos, mesmo considerando que o foco do programa está mesmo em cidades do interior do país. Veja abaixo, a distribuição de vagas por capitais:
- Manaus: 256;
- São Paulo: 150;
- Boa Vista: 134;
- Fortaleza: 91;
- Rio de Janeiro: 79;
- Porto Alegre: 67;
- Belém: 62;
- Brasília: 52;
- Macapá: 37;
- Natal: 32;
- Rio Branco: 32;
- Cuiabá: 23;
- Curitiba: 20;
- Goiânia: 16;
- Porto Velho: 15;
- Recife: 15;
- Belo Horizonte: 14;
- São Luís: 13;
- Salvador: 11;
- Campo Grande: 9;
- João Pessoa: 8;
- Florianópolis: 5;
- Aracaju: 4;
- Vitória: 3;
- Palmas: 1.
Maceió e Teresina não apresentaram nenhuma vaga disponível neste edital inicial.
Vale lembrar que neste primeiro momento, o edital é voltado apenas para os municípios. As prefeituras devem manifestar o interesse em receber os profissionais de outras localidades. Um segundo edital ainda deverá ser aberto pelo Ministério da Saúde para uma segunda rodada de contratações.
Ao todo, a nova versão do programa Mais Médicos prevê a contratação de até 16 mil profissionais, considerando todos os editais que serão abertos oficialmente. Em abril, a expectativa é contratar cerca de 6 mil, que serão financiados pelo Ministério da Saúde. No decorrer do ano, outros 10 mil serão admitidos, e estes serão custeados pelas prefeituras de cada cidade.


