A Marinha emitiu um alerta preocupante para a passagem iminente de um ciclone com efeitos significativos no estado do Paraná. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma região de baixa pressão continental está se intensificando entre o norte da Argentina e o Paraguai, e tem previsão de avançar em direção ao Sul do Brasil.
Marinha emite alerta de ciclone com ventos intensos no Paraná
Com ventos que podem ultrapassar 100 km/h, a previsão é de que o ciclone afete uma extensa faixa litorânea, desde Santa Catarina até o litoral norte de São Paulo, entre os dias 12 e 14 de julho.
Alerta para ondas altas e ventos intensos
A Marinha emitiu o alerta na segunda-feira (10), destacando a possibilidade de ondas com até 4,5 metros de altura e ventos que podem atingir velocidades superiores a 100 km/h.
Desse modo, o trecho que abrange Santa Catarina até o litoral norte de São Paulo será o mais afetado pelos efeitos do ciclone. Assim, a previsão é de que as condições climáticas adversas persistam durante toda a quarta-feira (12) até sexta-feira (14).
Altera para o Rio Grande do Sul e para Santa Catarina
De modo geral, a preocupação com a passagem do ciclone extratropical levou a Marinha a emitir o alerta principalmente para a faixa litorânea dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, desde Chuí (RS) até Laguna (SC).
Já que essas regiões estão mais propensas a sofrer com os efeitos do ciclone, incluindo chuvas intensas, ventos fortes e possíveis inundações.
Expansão dos efeitos climáticos
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a área de baixa pressão continental ganhará ainda mais força e se deslocará para o Sul do Brasil a partir de terça-feira (11), resultando na formação de um novo ciclone extratropical.
Contudo, além do Paraná, espera-se que o fenômeno afete também regiões do Sul, Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo, onde são previstos ventos mais intensos.

Ciclones extratropicais no Sul do Brasil
A formação de ciclones extratropicais é comum na região Sul do Brasil, especialmente durante o inverno. Uma vez que esses fenômenos climáticos caracterizam-se por fortes chuvas e ventos, conforme explicado pela meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo.



