A nova regra do Auxílio Brasil supostamente desencadeou uma porção de “famílias fantasmas”, responsáveis pela desestruturação dos critérios da elegibilidade. Segundo as normas expressas do programa, apenas um indivíduo de cada grupo familiar tem condições de movimentar o benefício.
O beneficiário é considerado como um responsável familiar, sendo ele o mesmo indivíduo que fez o cadastro em nome dos outros membros no CadÚnico (Cadastro Único). O sistema monitora as informações sobre a população brasileira em situação de vulnerabilidade social e com baixa renda. Mas, com a nova regra do Auxílio Brasil algumas coisas podem mudar e você saberá tudo na matéria de hoje do Notícias Concursos.
Qual é o impacto da nova regra do Auxílio Brasil?
Atualmente, esse benefício é pago a cerca de 20,65 milhões de grupos familiares. Este número foi levantado pelo Ministério da Cidadania após algumas inclusões, sendo que a última, no começo de outubro, incluiu 450 mil grupos familiares nos pagamentos do benefício.
Dessa forma, notou-se um grande aumento na quantidade das famílias que são elegíveis a receber o Auxílio Brasil, ainda mais depois do aumento dos R$ 200,00 para os R$ 400,00 e, posteriormente, para R$ 600,00 desde o mês de agosto. O mais engraçado é que, mesmo que o benefício se direcione a família toda, diversas são compostas por apenas um ou dois integrantes.

Entre o mês de novembro de 2021, quando se lançou o benefício, até o mês de setembro de 2022, a quantidade de grupos familiares monoparentais, compostos por somente um integrante, beneficiados pelo programa foi de 15,2% para aproximadamente 25,8%.



