Até 2020, o pagamento do abono salarial PIS/Pasep era realizado dentro de dois anos, sendo a partir do julho de um respectivo ano até junho do ano seguinte. No entanto, em 2021 o benefício não foi repassado.
O benefício não foi disponibilizado no ano passado em razão de o Governo Federal ter decidido transferir os recursos para o pagamento do PIS/Pasep a um programa de contenção econômica. Dessa forma, o abono salarial referente ao ano-base 2020 só foi pago este ano.
Devido ao atraso na distribuição do benefício, muitos trabalhadores acreditam que haverá um novo pagamento do PIS/Pasep ainda este ano, neste caso, referente ao ano-base 2021.
NUBANK lança novo programa de educação financeira GRATUITO no aplicativo
Haverá uma nova rodada do PIS/Pasep ainda este ano?
Até o momento, não há nenhuma outra previsão de pagamento do abono salarial para este ano. Portanto, o repasse do abono salarial ano-base 2021 está cotado para o próximo ano.
Todavia, é importante salientar que a sistemática de pagamento do benefício também foi alterada. Agora, o abono salarial é distribuído em um mesmo ano, ou seja, a partir do primeiro semestre.
Como consultar o PIS/Pasep?
O trabalhador pode consultar se terá direito ao PIS/Pasep pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, disponível para Android e iOS, ou pela central telefônica Alô Trabalho, no número 158.
Além disso, caso queiram, é possível consultar nos canais de atendimento do banco em que recebe o benefício: Veja:
Para quem recebe o PIS (trabalhador de empresa privada)
- No Aplicativo Caixa Trabalhador;
- No site da caixa;
- Pelo telefone de atendimento da Caixa: 0800 726 0207.
Para quem recebe o Pasep (servidor público)
- Pelos telefones da central de atendimento do Banco do Brasil: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas);
- 0800 729 0001 (demais cidades);
- 0800 729 0088 (deficientes auditivos).
Dinheiro esquecido: Trabalhadores têm R$1.100 do PIS/PASEP para saques
Trabalhou em 2019? Então você pode ter direito a receber valores que estão esquecidos no PIS/Pasep. Segundo informações do Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho e Previdência, aproximadamente R$200 milhões ainda devem ser sacados por mais de 320 mil trabalhadores cadastrados no programa.



