A votação da PEC dos Precatórios foi mais uma vez adiada. O motivo? Não houve acordo com a oposição. O texto seria votado nesta terça-feira (26), mas ficou para a quarta-feira (27). Ainda não se sabe se a proposta deve avançar, mas está é a expectativa do governo.
Informações do Brasil Econômico dão conta que o relatório do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) não foi bem recebido pelos parlamentares de oposição, o que adiou a data de votação. O texto prevê o parcelamento dos valores devidos e um .limite de pagamentos para o ano que vem.
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O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), tenta agora negociar com a oposição e pretende marcar uma reunião com as lideranças da oposição. A conversa deve acontecer para tentar chegar um acordo e alterações possíveis para o texto de Motta. Já em coletiva o paramentar negou que a desacordos e defendeu apenas que seriam necessários alguns ajustes.
O governo federal depende da PEC dos Precatórios para de fato tirar do papel a reformulação do Bolsa família – chamada de Auxílio Brasil. A previsão é que seja pago, pelo menos, R$ 400 para famílias em extrema pobreza e seja aumentado em 20% os benefícios de quem é está na faixa de pobreza.



