Notícias Concursos
Economia

PicPay começa a negociar criptomoedas; Veja como funciona!

Por João Vitor Jacintho· 3 min de leitura
PicPay começa a negociar criptomoedas; Veja como funciona!

Publicidade

Na última quarta-feira (10), o PicPay passou a negociar criptoativos em suas carteiras digitais. A iniciativa é o primeiro passo para que a empresa comece a levar pagamentos por criptomoedas em uma rede de 1,5 milhão de estabelecimentos comerciais.

A empresa está se utilizando de uma tecnologia da Paxos, uma das maiores provedoras de infraestrutura de transações e custódia de criptoativos. Com isso, PicPay passará inicialmente a negociar bitcoin, ether e USDP, além de uma stablecoin lastreada em dólar.

Bruno Gregory, head de cripto e web3 do PicPay, informa que a unidade de negócios prevê o lançamento de diversos produtos, como NFTs ligadas a games e até a criação de uma stablecoin própria da empresa, lastreada em reais.

Detalhes da inovação do PicPay

Gregory informa que a empresa pretende “selecionar bem as criptomoedas e tokens que farão parte da nossa plataforma para que o nosso público tenha acesso apenas a produtos que tenham uma utilidade prática e que façam sentido para negociação. Por isso colocamos bitcoin e ether, que são as duas maiores moedas, presentes em várias aplicações, e a stablecoin de dólar, que tem a aplicação prática de proteção cambial”.

A carteira digital da empresa faz parte do grupo J&F, que atualmente tem cerca de 30 milhões de usuários ativos e 50 milhões de inscritos. É com a stablecoin em reais que o PicPay pretende promover os pagamentos por meio de criptomoedas em sua rede de estabelecimentos comerciais.

Publicidade

Inserção das criptomoedas na sociedade

“Escolhemos a Paxos exatamente porque ela têm capacidade para processar um volume enorme de transações que poderão vir a partir dos usuários da nossa carteira”, disse Gregory. A empresa tem registro no Departamento de Serviços Financeiros de Nova York, além de ser parceira do PayPal, que atua em um segmento semelhante.

De acordo com o executivo, o PicPay pretende investir na educação financeira para tentar “desmistificar as criptomoedas”. Deste modo, eles pretendem trazê-las para o dia a dia do usuário por meio de uma “experiência simples, informativa e segura”.

“Nosso objetivo é liderar a popularização do mercado de cripto, eliminando a complexidade que ainda é associada a ele e ampliando a informação sobre o tema, para que todo mundo possa se apropriar dessa tecnologia”, disse. A corretora será disponibilizada gradualmente para os usuários e as negociações podem ser feitas a partir de R$ 1 dentro do aplicativo.

Importante mudança no rendimento da conta

Além do uso de criptomoedas em sua carteira digital, recentemente, o PicPay anunciou também uma alteração no rendimento da sua conta. Para alguns usuários, o modelo de rendimentos passou a ter aplicação em CDB. Esta aplicação consiste em um título de renda fixa, emitido pela instituição financeira.

No PicPay, essas aplicações possuem rendimento de 102% do CDI. Segundo a empresa, em breve, para continuar tendo um rendimento no saldo, o cliente terá de estar com a opção “CDB” ativada em seu aplicativo. Atualmente, o tipo de aplicação em CDB está sendo liberado gradualmente para a base de usuários da fintech.

Publicidade

João Vitor Jacintho

Escrito por

João Vitor Jacintho

Graduando em engenharia química, atua na função de Redator do portal Notícias Concursos na aba de economia, com mais de 2 mil artigos publicados.

Ver todos os artigos de João Vitor Jacintho →

Comentários

Deixe seu comentário

Veja também