O preço da gasolina caiu novamente no país, após forte alta registrada duas semanas atrás. Os motoristas do país tiveram mais um pequeno alívio no bolso na semana passada, com o combustível fóssil ficando mais barato no país.
Em resumo, os combustíveis comprometem a renda de milhares de brasileiros todos os meses, figurando como uma das principais despesas de diversas famílias que possuem veículos. Abastecer o tanque de combustível dos automóveis nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso, qualquer queda no preço da gasolina é comemorada pelos motoristas.
De acordo com o levantamento semanal realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a gasolina ficou 0,93% mais barata nos postos do país na semana passada. Esse resultado aconteceu graças a mais uma redução promovida pela Petrobras.
A saber, o recuo correspondeu a cinco centavos e fez o preço médio da gasolina cair de R$ 5,40 para R$ 5,35. A queda animou os motoristas, ao menos em parte, mas eles torcem para novas reduções no preço do combustível aconteçam nas próximas semanas.
Preço da gasolina continua alto no país
A queda no preço da gasolina já era esperada pelos motoristas. Isso aconteceu devido ao reajuste promovido pela Petrobras, que reduziu pela terceira vez consecutiva o valor do combustível. Em suma, a companhia reduziu em 4,3% o preço da gasolina comercializada para as distribuidoras, há cerca de duas semanas.
Como os postos de combustíveis demoram mais tempo para repassar os reajustes da Petrobras, a expectativa é que haja mais quedas nas próximas semanas. Contudo, as reduções não devem ser expressivas, pois o reajuste da companhia também não foi muito significativo.
Isso sem contar na mudança aprovada pelo Ministério da Fazenda em relação ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide sobre os combustíveis.
Até o final de maio, os estados brasileiros determinavam qual seria a alíquota do tributo que iria incidir sobre a gasolina. No entanto, desde o dia 1º de junho, o imposto passou a cobrar uma taxa única, que não é mais em percentual, mas agora é em real, no valor de R$ 1,22 por litro do combustível.
Essa mudança na cobrança do ICMS foi muito ruim para os consumidores, pois o preço dos combustíveis ficou mais alto nas bombas da maioria dos estados brasileiros. Em suma, a alíquota do ICMS cobrada na maioria dos estados era menor que R$ 1,22, ou seja, a unificação do tributo elevou o valor da gasolina.



