O Governo Brasileiro lançou oficialmente nesta semana o seu mais novo programa de renegociação de dívidas chamado “Desenrola“. Com o objetivo de ajudar os clientes endividados a saírem do vermelho, diversas instituições financeiras já aderiram ao projeto. Sendo assim, os clientes do Nubank, entre outras empresas, podem contar com o programa para sanarem seus débitos.
O Nubank anunciou a sua adesão ao Desenrola recentemente, no último dia 19 de julho. Entenda porque surgiu uma grande dúvida sobre a fintech fazer parte do Programa Desenrola, antes do anúncio oficial.
Programa Desenrola: Nubank e outros bancos aderem ao maior programa de renegociação de dívidas do Brasil
O programa Desenrola iniciou sua primeira fase antes do previsto, surpreendendo muitos brasileiros. Dessa forma, nesta etapa inicial, o foco é a renegociação de dívidas com bancos, o que trouxe esperança para muitas pessoas que almejam se livrar das dívidas com o Nubank.
O Governo determinou que os bancos participantes deveriam limpar automaticamente o nome dos clientes com débitos negativados de até R$ 100. Assim, além do Nubank, entre as instituições que aderiram ao programa estão: Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Banco do Brasil, Bradesco, Inter e PicPay.
Nubank ficou em dúvida sobre sua participação no Desenrola?
Antes do anúncio oficial da fintech, uma incerteza para os clientes do Nubank surgiu após uma entrevista coletiva com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Isso porque ele havia dito que a fintech ainda não havia decidido sobre sua participação no programa.
Em resumo, cerca de 1 milhão de clientes endividados do Nubank poderim ficar sem a oportunidade de renegociar seus débitos diretamente com a instituição.
Portanto, essa declaração de Haddad causou um entendimento negativo sobre a fintech aderir ou não ao programa. Contudo, os clientes do Nubank receberam a boa notícia sobre a quitação facilitada de suas dívidas por meio do Desenrola.
Entenda as fases do programa e quem pode participar
A primeira fase do programa Desenrola é direcionada aos grupos pertencentes à faixa 2 de benefício. Isso engloba pessoas com renda mensal máxima de até R$ 20 mil. Nessa etapa, os clientes devem renegociar suas dívidas diretamente com as instituições financeiras participantes.
Já a segunda fase, prevista para setembro, será voltada para a faixa 1, composta por pessoas que possuem registro no CadÚnico e recebem até dois salários mínimos federais. Nessa fase, as dívidas de até R$ 5 mil serão elegíveis para participação, sendo necessário o uso de uma plataforma de inscrição e um leilão entre as instituições.




