A nossa rica língua portuguesa é cheia de detalhes, não é mesmo? E há situações que exigem que sigamos à risca a norma padrão da língua. E um erro comum de se ver em redações é em relação ao uso do pronome relativo “cujo”.
Leia o texto até o final e aprenda como usá-lo.
Vamos lá?
Pronome relativo cujo
O pronome relativo cujo é um pronome que liga dois termos, estabelecendo entre eles uma relação de posse.
Ex.: O homem, cuja casa pegou fogo, foi embora.
Perceba que há uma relação de posse estabelecida pelo termo “cuja”. Ou seja, é por meio desse termo que sabemos que a casa que pegou fogo pertence ao homem que foi embora.
Para ficar mais claro, podemos desmembrar essa frase em duas:
O homem foi embora.
A casa do homem pegou fogo.
Observe que se fôssemos escrever dessa forma usaríamos mais palavras. Além disso, teríamos também que repetir o termo “o homem”.
Agora que você já sabe qual a função que o pronome “cujo” exerce em uma frase, veja algumas dicas de como usá-lo corretamente.



