Imagine receber na sua conta nesse momento R$ 450. Certamente esse é um montante que poderia ajudar muita gente agora. O que nem todo mundo sabe, é que é possível conseguir esse valor vendendo apenas uma moeda de 50 centavos.
De acordo com especialistas na área da numismática, o Brasil conta atualmente com dezenas de milhares de moedas que se podem ser consideradas valiosas pelos colecionadores. Neste artigo, por exemplo, vamos focar nas moedas de 50 centavos.
Atualmente, três peças deste valor vêm chamando a atenção de colecionadores em todo o Brasil. São elas:
- Moeda de 50 centavos do ano de 1998;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2000;
- Moeda de 50 centavos do ano de 2001.
Essas peças possuem basicamente as mesmas características, porque fazem parte da segunda família do Plano Real. Todas elas ainda possuem valor monetário, o que significa que elas podem ser encontradas a qualquer momento em um trocado no comércio, por exemplo.
Características das moedas
Se você não é familiarizado com as moedas de 50 centavos da segunda família do Plano Real, a dica é prestar bem atenção na lista abaixo. Nela, você pode conferir as principais características da peça, tomando como base as informações do Banco Central (BC):
- Material: cuproníquel;
- Diâmetro: 23,0 mm;
- Peso: 9,25 g;
- Espessura: 2,85 mm;
- Bordo: inscrito;
- Eixo: reverso moeda (EH) ?;
- Circulação: de 01/07/1998 a atual;
- Desenho do Anverso: Efígie de José Maria da Silva Paranhos Jr (1845-1912), Barão do Rio Branco, ladeada pelo dístico Brasil e por cena alusiva à dinamização da política externa brasileira e à consolidação dos limites territoriais com vários países;
- Desnho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.
Barão do Rio Branco
Como visto na lista acima, é possível notar que esta peça conta com a representação do Barão de Rio Branco. Em toda a sua biografia, ele atuou em várias profissões, mas ganhou notoriedade nacional como Ministro das Relações Exteriores do Brasil, onde permaneceu entre 1902 e 1912.
Durante a sua gestão, ele conseguiu incorporar 900 mil km ao território brasileiro sem necessidade de conflitos armados. Em toda a sua trajetória política, ele ficou conhecido como um homem que rejeitava cenários bélicos, e acreditava que tudo poderia ser resolvido na base do diálogo.




